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Tratamento do Câncer de intestino em Curitiba (Colon e Reto)

A patologia conhecida também como câncer de intestino ou colorretal, abrange tumores que estejam localizados em partes do intestino grosso denominadas cólon, no reto (situado imediatamente antes do ânus) ou propriamente no ânus.

O problema é tratável e na maioria dos casos curável se detectado precocemente, pois nesse estágio inicial outros órgãos ainda não foram afetados ou infectados por células cancerígenas.

Em geral, os tumores se iniciam, a partir de pólipos que são projeções de um crescimento de tecido a partir da parede de um espaço vazio, como é o caso do intestino e que podem se tornar prejudiciais ao organismo.

Dados do câncer de intestino

No Brasil, ocorrem cerca de 17.380 casos novos de câncer de cólon e reto em homens e 18.980 em mulheres por ano, números esses recolhidos por pesquisa feita pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Essa projeção tem como base o ano de 2018 e o encaminhamento previsto para até o final de 2019. Os valores correspondem a um risco estimado de 16,83 casos novos a cada 100 mil homens e 17,90 para cada 100 mil mulheres.

Sendo assim, o câncer de intestino é o terceiro mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres. Considerando geograficamente a região Sudeste é a de maior recorrência com 23,29 casos a cada 100 mil pessoas.

Já a região Sul possui 22,17 a cada 100 mil e a região Centro-Oeste com 16,95 a cada 100 mil. Por fim, a região Nordeste possui 7,98 diagnósticos para 100 mil e Norte com 4,97 para cada 100 mil habitantes completam o quadro nacional.

Nas mulheres, a disfunção é a segunda mais frequente nas regiões Sudeste (23,86/100 mil) e Sul (22,92/100 mil), e o terceiro mais identificado nas regiões Centro-Oeste (17,98/100 mil), Nordeste (9,52/100 mil) e Norte (7,38/100 mil).

Sintomas do câncer de intestino

Parte da descoberta e desconfiança para um diagnóstico mais preciso está ligada diretamente aos sintomas mais frequentemente vistos e associados ao câncer do intestino.

Ter conhecimento sobre si mesmo e quais os sinais mais evidentes perceber para comunicar, ir ao seu médico ou hospital, é fundamental para uma detecção precoce de uma possível patologia.

Portanto, ficar atento aos sintomas, como por exemplo, sangue nas fezes e alteração brusca do hábito intestinal como diarreias frequentes e prisão de ventre alternados que podem apontar para um distúrbio.

Dores e desconfortos abdominais, além de fraquezas e anemia também indicam a possibilidade de células cancerígenas no corpo. Assim como alteração nas fezes (finas e compridas), somada a perda de peso sem motivo aparente e percepção de massa abdominal exagerada também são sintomas relevantes que ao serem notados devem ser avaliados por um profissional.

Devido ao fato de muitos desses estarem relacionados a problemas como hemorroida, verminose, úlcera gástrica e outros, o contato imediato, logo nos primeiros sinais, deve ser realizado para que o especialista possa investigar, examinar, diagnosticar e planejar o tratamento propício ao caso.

Na maior parte das vezes, os sintomas considerados acima, não são decorrência de câncer, porém é imprescindível que sejam investigados, principalmente se o quadro não se estabilizar ou passar dentro de alguns dias.

Detecção Precoce

A detecção precoce do câncer de intestino pode em muitos casos prevenir ou possibilitar a descoberta de um tumor em sua fase inicial, tornando o tratamento menos agressivo e possibilitando maior chance de recuperação.

O diagnóstico pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, a partir de sintomas acusados pelo próprio paciente ou segundo relato de pessoas próximas.

Por meio de rastreamento e análise detalhada de todos os exames pedidos e realizados, o quadro clínico é mapeado para possíveis patologias ou demais doenças.

Os tumores de cólon e reto ou também chamados de colorretal podem ser detectados precocemente através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e procedimentos endoscópicos como a colonoscopia.

Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.

Além dessa prática, a Organização Mundial da Saúde posiciona e preconiza o mínimo de condições para que um país possa garantir a confirmação de diagnósticos, referências e tratamento para pessoas acima dos 50 anos de uma região, por meio do exame de sangue oculto de fezes ou colonoscopia.

A American Cancer Society recomenda que a prevenção do câncer colorretal inicie-se a partir dos 45 anos.

Os casos detectados com células cancerígenas deste exame deverão fazer uma colonoscopia ou retossigmoidoscopia, para maior visualização do médico da parte interna do intestino, buscando desse modo a exata localização da patologia.

  Diagnóstico do câncer de intestino

Após os primeiros exames de retirada de uma pequena porção de tumor ou tecido sobre suspeito, o diagnóstico para ser preciso necessita de biópsia, pois com avaliação de um pequeno pedaço de tecido retirado da lesão suspeita é possível completo entendimento do tamanho e progressão de uma doença. A retirada de tal amostra é feita por meio de um colonoscópio, aparelho introduzido pelo reto.

Cirurgias e Tratamentos 

O câncer no intestino considera desde o cólon até o reto, sendo uma patologia tratável e com alta ocorrência de recuperação, dependendo do estágio de descoberta, tratamento e demais condições do paciente.

A cirurgia é o tratamento inicial, onde o tumor e os gânglios linfáticos além de tecidos próximos às células cancerígenas são retirados, com base em exames previamente realizados e avaliação do cirurgião oncológico responsável pelo procedimento.

Esse procedimento tem como objetivo frear uma possível proliferação do problema para outros órgãos ou estancar infecções provenientes dessas células prejudiciais ao organismo. Sendo considerado o tratamento de escolha para os casos de câncer colorretal com estágio localizado.

 Outras etapas do tratamento incluem a radioterapia, caracterizada pelo uso de radiação, podendo ser associada ou não à quimioterapia que parte do princípio da administração de medicamentos que viabilizam a possibilidade de volta do tumor. A radioterapia, associada ou não a quimioterapia, pode ser bastante importante para o tratamento do câncer de reto. Nestes casos, o objetivo é a redução do tamanho do tumor para que a agressividade da cirurgia não seja tão grande e, em muitos casos, possibilitando a preservação do ânus.

Todo o processo de diagnóstico, cirurgia, pós operatório e recuperação depende muito da dimensão, localização, extensão e progressão do tumor, pois de acordo com o estágio em que se encontra as chances de sucesso crescem ou diminuem.

É importante salientar também que após o tratamento, realizar o acompanhamento médico é imprescindível para monitoramento do intestino e controle de reincidência de novos tumores, promovendo assim melhores condições de vida ao paciente.

Cirurgia Oncológica em Curitiba